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quinta-feira, 12 de outubro de 2017


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

PRAIA NA ILHA DE PÁSCOA TEM ÁGUAS CRISTALINAS

#partiuPartida #PraiaAnakena #MardaPolinesia #ParqueNacionalRapaNui #IlhadePascoa #Chile #Oceania

Texto, Vídeos e Fotos: Ronian Carvalho

Moais na paradisíaca Praia Anakena


Apesar de ser uma ilha tropical na paradisíaca região conhecida como Triângulo da Polinésia (cujas pontas são o Havaí, ao norte, a Nova Zelândia, a oeste, e a própria Ilha de Páscoa, a leste), a ilha dos Rapa Nui conta com apenas duas praias de areia, que estão razoavelmente longe do vilarejo de Hanga Roa. As constantes erupções vulcânicas que deram forma à ilha permitiram que apenas a costa norte substituísse (mas não totalmente) as escuras pedras de lava resfriada pela areia claríssima (mas nem sempre limpa) que forma as praias Anakena e Ovahe.

As tranquilas e claras águas da Praia Anakena


Anakena é a mais visitada, possuindo, inclusive, restaurante e camping. Delimitada por dois pequenos penhascos em suas pontas, seu coqueiral e suas águas rasas, calmas e cristalinas lhe conferem o perfeito astral de paraíso tropical. Embora em certas épocas do ano as temperaturas caiam para menos de 20º C, a água do mar nunca fica muito gelada. O que realmente pode incomodar é a instabilidade do tempo, que pode trazer repentinas chuvas e fortes ventos. A praia também é ponto de partida para praticantes de kayak. Para que ninguém se esqueça de que ainda está na Ilha de Páscoa, na praia fica localizado o Ahu Nau Nau, com 7 moais (embora 2 deles tenham sido parcialmente destruídos), mantendo aquele clima de mistério no ar, típico da ilha dos Rapa Nui. Devido a esse patrimônio histórico do local, para ter acesso à praia é necessário passar no posto de guarda-parque para carimbar o boleto de entrada no Parque Nacional Rapa Nui.

As águas translúcidas do Mar da Polinésia

Por falar em mistério, para chegar a Anakena a partir de Hanga Roa é preciso tomar a estrada que passa pelo meio da ilha. Nesse caminho é possível notar pelo menos duas características bastante curiosas da Ilha de Páscoa. Primeiramente, como há centenas de cavalos e cabeças de gado sendo criados extensivamente na ilha, não é difícil topar com grupos desses animais bloqueando as estradas despreocupadamente. Mais do que isso: é possível encontrá-los se acasalando em plena estrada (😲😲😲), algo que pode atrasar a viagem por alguns instantes, mas que pode ser, no mínimo, curioso, pelo menos para quem passou a vida inteira em uma cidade.

A beleza da Praia Anakena

Mas o fato mais curioso do percurso, para quem o faz em algum veículo motorizado, é o campo magnético presente nessa estrada. Em um certo ponto levemente inclinado desse caminho, pouco antes de chegar a Anakena, é possível desligar o motor do automóvel e, ainda assim, o veículo vai continuar se movendo, como se fosse mágico! Fantasias à parte, especialistas dizem que campos magnéticos são comuns em zonas de solo vulcânico, mas que dificilmente têm força suficiente para mover um automóvel.

Estrada perto da Praia Anakena


Só isso já vale a viagem, né!? Porém, a menos que o visitante esteja acompanhado por algum morador da Ilha de Páscoa, essa experiência vai passar despercebida, pois não há nenhuma indicação no local sobre esse campo magnético. Ótima oportunidade para conhecer melhor os Rapa Nui, que conversam entre si em seu incompreensível idioma polinésico. Mas o visitante pode ficar tranquilo, porque, embora alguns povos dessa região do Pacífico tenham sido canibais, não há nenhuma evidência de que os Rapa Nui queiram devorar viajantes (😂😂😂). Pelo contrário, eles são muito amigáveis, facilmente dão caronas aos caminhantes e adoram perguntar sobre os países em que os estrangeiros moram. Afinal, quem vive no pequeno pedaço de terra habitado mais isolado do mundo deve naturalmente ter muita curiosidade sobre como é o restante do mundo. Mas quem não tiver tanto interesse em ter contato com os Rapa Nui pode contratar um tour pelos principais pontos turísticos da ilha ou alugar carro, moto ou bicicleta para percorrer os 18 km entre Hanga Roa e Anakena.

Ahu Nau Nau na Praia Anakena


Principalmente no verão, quando o fluxo de turistas na ilha é mais alto, é bom sair cedo para encontrar um bom lugar nas areias de Anakena. Além disso, como fica perto da outra praia, Ovahe, e não muito longe do Ahu Tongariki e do vulcão Rano Raraku, é uma boa ideia dividir o dia entre todas essas atrações, principalmente para quem tem pouco tempo na ilha. Ah! Não se esqueça de levar sua roupa de banho e sua toalha. Afinal, não dá para perder a chance de entrar no paradisíaco mar da Polinésia, né?! 😉

Mudança de tempo na Praia Anakena


sexta-feira, 6 de outubro de 2017


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

ENCOSTA DE VULCÃO ABRIGA LOCAL DE ESCULTURA DE MOAIS NA ILHA DE PÁSCOA

#partiuPartida  #ranoraraku #ahutongariki #parquenacionalrapanui #ilhadepascoa #Chile #oceania


Texto, Vídeos e Fotos: Ronian Carvalho

Moais semi-esculpidos na canteira de pedra da encosta do vulcão Rano Raraku


A cerca de 20 km do vilarejo de Hanga Roa, o vulcão Rano Raraku fica na costa nordeste da Ilha de Páscoa e conta com duas grandes atrações. A principal delas é a canteira de pedra na sua encosta onde os Rapa Nui esculpiam os famosos moais da ilha. A outra, menos famosa, mas não menos interessante, é a própria cratera do inativo Rano Raraku, que não lembra em nada o poço de lava que ela foi um dia.

Canteira de pedra na encosta do vulcão Rano Raraku: onde os moais eram esculpidos

Logo após passar pelo controle de entrada, onde um guarda-parque carimba o boleto de entrada no Parque Nacional Rapa Nui, os visitantes seguem subindo a encosta do Rano Raraku por uma curta trilha, que mais à frente se bifurca. O caminho da esquerda leva à cratera do vulcão e o da direita segue em direção à canteira de pedra, onde os moais eram esculpidos com talhadeiras de basalto. Neste a trilha se divide em diversas outras menores e passa em meio a dezenas desses seres de pedra, todos inacabados. Alguns se encontram em pé, outros inclinados ou até mesmo deitados. Muitos têm apenas a cabeça à mostra. Misteriosamente as obras de escultura e transporte desses moais parecem ter sido paralisadas de repente e ainda estar à espera de serem terminadas.

Trilha em meio aos moais inacabados


Se os moais eram esculpidos nas íngremes encostas desse vulcão, pesavam ao menos 5 toneladas e a maioria tinha mais de 4 metros de altura, como puderam os Rapa Nui transportar todos os seus mais de 900 exemplares aos diversos lugares da Ilha de Páscoa? Considerado o maior mistério da ilha habitada mais isolada do mundo, há diversas teorias para isso. Versões fantasiosas alegam que os moais tomavam vida e caminhavam sozinhos ou que eram traslados com ajuda de extraterrestres. Uma teoria mais séria diz que os Rapa Nui amarravam cordas na altura dos olhos dos moais e os arrastavam de pé, balançando-os periodicamente para os lados para mantê-los equilibrados. Outra teoria diz que eles eram transportados encima de plataformas de madeira, o que explicaria o motivo de quase não haver árvores na ilha, já que os Rapa Nui teriam derrubado todas para fazer o traslado dos moais. Isso também seria o motivo pelo qual a população da ilha teria sido radicalmente reduzida por volta do século XVI da era cristã: a quase ausência de árvores teria levado a ilha a um colapso ambiental, que teria provocado guerras entre as tribos por disputa dos escassos recursos naturais. Verdade ou não, é uma grande lição para a humanidade, né?

A bela cratera do vulcão Rano Raraku


Voltando à trilha inicial para seguir o caminho que leva à cratera do Rano Raraku, o visitante pode se decepcionar um pouco se já tiver conhecido a do Rano Kau. Após subir uma escada talhada na encosta do vulcão, chega-se a uma leve depressão quase circular com um lago cheio de arbustos no meio. Algumas árvores contorcidas ao redor completam o astral "tranquilo demais" do local. Mas, por segurança, é proibido descer ou até mesmo se aproximar do lago.

Na cratera do vulcão Rano Raraku

Outra atração que não está no vulcão, mas que fica bem perto, é o Ahu Tongariki. De determinados trechos da trilha que passa pela canteira de pedra do Rano Raraku dá para se ter uma ótima vista desses quinze moais enfileirados lado a lado, além de toda a costa leste da Ilha de Páscoa. Esse é o maior altar de moais e, pela sua quantidade de seres de pedra, é o que mais impressiona o visitante. Muitas pessoas não se contentam apenas em fotografá-lo, mas também tentam tocá-lo, o que é proibido e bem fiscalizado pelos guarda-parques do local. Outras acabam meditando ou se ajoelhando em frente a esses quinze seres majestosos.

Ahu Tongariki: exército de moais se apresentando


Há diversas formas de se chegar ao Rano Raraku. Os de orçamento mais folgado podem alugar carros ou motos para percorrer a Ilha de Páscoa ou contratar excursões que visitam os principais pontos turísticos da ilha e que custam cerca de CLP$25000. Já os viajantes low cost podem alugar bicicletas e pedalar bastante, pedir carona para os simpáticos Rapa Nui, que não perdem a chance de interagir com os visitantes, ou até mesmo caminhar exaustivamente sob o sol da Polinésia apreciando o azul infinito do Pacífico na costa leste da ilha. Tudo é válido para não se deixar de visitar o incrível local de origem dos enigmáticos moais.

Extensão da costa leste da Ilha de Páscoa vista a partir da canteira de pedra do vulcão Rano Raraku

sexta-feira, 29 de setembro de 2017


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

CRATERA DE VULCÃO NA ILHA DE PÁSCOA TEM FÁCIL ACESSO A CAMINHANTES E MOTORIZADOS

#partiuPartida  #ranokau #parquenacionalrapanui #ilhadepascoa #chile #oceania

Texto, Vídeos e Fotos: Ronian Carvalho


Cratera do vulcão Rano Kau



Oficialmente a duas horas de caminhada a partir de Hanga Roa, o único vilarejo da Ilha de Páscoa, a cratera do inativo vulcão Rano Kau é uma das de mais fácil acesso no mundo. Além de propiciar belas vistas de toda a ilha, a cratera está localizada ao lado das ruínas da aldeia cerimonial de Orongo, um dos locais mais importantes para o povo Rapa Nui.

Rua Policarpo Toro



Em Hanga Roa basta tomar a rua Policarpo Toro (que fica entre a costa oeste e o início da pista do aeroporto) até o ponto em que ela se dobra à esquerda se torna o camino a Rano Kau. A partir daí quem está motorizado segue a estrada sempre subindo a encosta do vulcão e chega à cratera em poucos minutos. Já quem está a fim de caminhar vai encontrar, nessa mesma dobra da estrada, uma placa à direita que indica o sendero a Rano Kau, um atalho à cratera em meio à vegetação.

Vista para o mar da caverna perto do sendero a Rano Kau



Mas, antes de seguir vulcão acima, vale a pena caminhar um pouco à direita em direção ao mar para conhecer uma das cavernas da ilha. Uma escada razoavelmente escorregadia esculpida em meio às rochas leva a uma acolhedora abertura no penhasco costeiro. Ali é possível ver manchas na rocha interna que, combinadas com alguns entalhes, fazem os visitantes imaginar diversas formas. É um bom local para se refletir sobre a vida enquanto se observa o infinito do Oceano Pacífico e se sente o abraço rochoso da ilha. Mas é preciso tomar cuidado, porque aparentemente parte da caverna fica debaixo d'água na maré alta.

Sendero a Rano Kau, com cara de savana africana



De volta à subida à cratera do Rano Kau, quem vai caminhando pelo sendero passa em meio a diferentes trechos de vegetação. O primeiro deles é uma floresta não muito densa onde há árvores de diversos tipos e tamanhos que dão um ar semitropical a essa parte da ilha. Como é uma área com algumas chácaras, é preciso passar em meio a algumas cercas. Mas o caminho é oficializado pelos órgãos de turismo e está bem demarcado, sendo difícil se perder por ali.

Vista a partir do final do Sendero a Rano Kau



Após a floresta há um longo trecho de gramíneas com algumas poucas árvores retorcidas, que dão um aspecto de savana africana ao local. Ao longo do caminho há dois pontos de descanso com bancos sob as ralas sombras dessas árvores. Depois de caminhar por alguns minutos dá para olhar para trás e já ver todo o vilarejo de Hanga Roa e praticamente a extensão total da costa oeste da ilha.

A ventosa cratera do vulcão Rano Kau


A trilha termina ao chegar à estrada do camino a Rano Kau. Basta atravessá-la e já se está no mirador da cratera. Mesmo quem já conhece o vulcão por foto se impressiona com a grandiosidade do lugar. Com cerca de 1,5 km de diâmetro, esse enorme buraco parece estar a beira de cair no azul infinito do mar ao seu lado. Um lago coberto por camadas de gramíneas verde-amarelas ocupa a cratera e lhe dá um aspecto que algumas pessoas, forçando a imaginação, chamam de "mapa-múndi". As encostas íngremes que descem ao lago são bastante escarpadas e também estão cobertas de verde e amarelo, além de por um agrupamento de flores cor-de-rosa em determinado ponto. Uma trilha circunda toda a borda da cratera que está sobre terra e de alguns de seus pontos é possível ter vistas incríveis de toda a ilha. O vento é muito forte no local, então tem que tomar cuidado para que ele não leve câmeras, celulares e objetos pessoais para a cratera ou para o mar.

Costas oeste, leste e sul da Ilha de Páscoa vistas a partir da borda da cratera do vulcão Rano Kau



Quando o queixo já estiver doendo de tanto ficar caído com a grandiosidade do Rano Kau, é hora de conhecer a aldeia cerimonial de Orongo, que fica na borda sudoeste da cratera, a cerca de 300 metros sobre o nível do mar. A aldeia foi construída pelos Rapa Nui para a realização do ritual tangata manu, no qual eram coroados os seus líderes. Desafiadora para qualquer atleta moderno, o ritual do homem-pássaro consistia em descer as encostas rochosas da ilha para se jogar no mar, nadar cerca de 3 km até a ilha Motu Nui, pegar um ovo do pássaro manutara (semelhante a uma gaivota), que faz ninho no local, e voltar a Orongo com ele intacto. O primeiro a fazer tudo isso era coroado governante dos Rapa Nui. Aparentemente de origem religiosa, muitos aspectos do ritual ainda permanecem desconhecidos.

Ilha do homem-pássaro (Motu Nui)



Atualmente há apenas cavernas e ruínas em Orongo, algumas com petróglifos que dão um ar ainda maior de mistério ao lugar. Porém, no passado havia várias construções com paredes de pedra e telhado de palha onde os sacerdotes Rapa Nui aguardavam a volta dos aspirantes a governantes. Além da cratera do Rano Kau ao lado, também impressiona a vista que se tem de Motu Nui. Quem ouve a história do ritual tangata manu e vê aquele pequeno pedaço de terra na imensidão do Pacífico se põe logo a pensar em quanta bravura era necessária para escalar as duas ilhas duas vezes, nadar no mar revolto e ainda procurar um ovo de pássaro.

Petróglifos de Orongo

Aos visitantes é permitido entrar em Orongo apenas uma vez. O controle é feito por meio da apresentação do boleto de entrada no Parque Nacional Rapa Nui, comprado ao se desembarcar no Aeropuerto Mataveri (em julho de 2017 ele custava US$80 para estrangeiros). Logo após tê-lo carimbado no centro de recepção de Orongo, o visitante pode ler os paineis e mapas informativos no pequeno museu do local e, em seguida, conhecer as ruínas da aldeia cerimonial por meio do sendero auto-guiado de Orongo. Guarda-parques, muitos deles nativos, estão sempre vigilantes para que nenhum visitante espertinho tente danificar o lugar, levar algum vestígio histórico ou fazer algo perigoso. Na saída é possível comprar souvenirs que remetem a Orongo diretamente das mãos de algum dos artesões Rapa Nui que ficam ao lado do estacionamento. Enfim, um passeio para todos os gostos, do mochileiro em busca de histórias e aventuras, ao turista de excursão com camiseta floral e máquina fotográfica a tiracolo.

Orongo: trilhas, gramíneas e ruínas

sábado, 23 de setembro de 2017


sábado, 23 de setembro de 2017

ILHA HABITADA MAIS ISOLADA DO MUNDO CONTA COM VULCÕES, PRAIAS, CAVERNAS, SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS E MUSEU

#partiuPartida #ilhadepascoa #chile #oceania

Texto, Vídeo e Fotos: Ronian Carvalho



Distâncias a partir da Ilha de Páscoa (em alguma unidade de medida suficiente para mostrar que é longe de tudo)


A cerca de 4 mil km de qualquer outra civilização humana, a Ilha de Páscoa detém o título do local povoado mais isolado do mundo. Por lá não faltam atrações para os interessados em natureza, geologia, cultura ou para quem quer simplesmente relaxar. Embora esteja sob administração chilena, a ilha não tem quase nada a ver com a América do Sul.
As árvores tropicais balançando ao sabor do vento, os turistas com colares de flores no pescoço, os nativos de feições polinésicas falando o idioma rapa nui (ou um espanhol com sotaque bem carregado) e, principalmente, os vários moais espalhados por diversos lugares são a marca registrada da Ilha de Páscoa. Quem vem de Santiago do Chile e desembarca no Aeropuerto Mataveri, construído pela NASA em 1985, já tem a impressão de estar na Oceania.


Aterrissagem no Aeropuerto Internacional Mataveri. Dá para ver um pouco da encosta do vulcão Rano Kao


Formada pelas constantes erupções de três grandes vulcões ao longo dos séculos (Rano Rarako, Rano Kao e Poike), a Ilha de páscoa apresenta um território quase triangular de pouco mais de 150 metros quadrados de solo majoritariamente vulcânico. Ainda assim, há duas praias de areia na Ilha: Anakena e Ovahe. Embora a água do mar seja razoavelmente fria em certas épocas do ano e o clima local seja bastante instável, relaxar um pouco em uma dessas praias, seja lagarteando na areia ou banhando-se no límpido Mar da Polinésia, sob o olhar atento dos misteriosos moais, é uma experiência única e fantástica.

Um dos muitos moais da Ilha de Páscoa. Este com olhos feitos de conchas.

Por falar em moais, essas figuras de pedra, esculpidas nas encostas do vulcão Rano Rarako, são o principal ícone da Ilha de Páscoa. Feitas para representar os entes queridos das tribos Rapa Nui, quase todos eles foram posicionados de costas para o mar, como se fossem fotografias penduradas em uma parede. Muitos foram colocados sobre pedestais, chamados ahus, e alguns possuem características especiais, como chapéu e olhos feitos de conchas. O Museu Sebastián Engler, localizado em Hanga Roa, o único povoado da ilha, possui um vasto acervo que detalha bem o processo de construção e os significados desses seres de pedra para o povo Rapa Nui, além de apresentar vários aspectos naturais e humanos da Ilha de Páscoa. A entrada é gratuita.

Trilha na encosta do vulcão Rano Kao

Sendo uma ilha vulcânica, não poderiam faltar essas elevações com crateras para visitar. Pelo menos dois dos vulcões da ilha podem ser conhecidos por meio de trilhas, o Rano Rarako e o Rano Kao. Os caminhos envolvem estrada, florestas, planícies verdejantes, encostas escarpadas e vistas incríveis durantes todo o percurso. Também há trilhas que levam a sítios arqueológicos e cavernas, onde os nativos costumavam se esconder dos povos invasores.
Ficou interessado(a) em saber mais sobre a Ilha de Páscoa? Aguarde as próximas postagens...

terça-feira, 17 de setembro de 2013


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Estrangeiros que moram em Uberlândia contam como se adaptaram à vida na cidade



A última parte do “Gringos em Udi” você assiste aqui no #Partida!
Aproveite.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Estrangeiros que moram em Uberlândia contam como foram recebidos pelos uberlandenses

Hoje você assiste à segunda parte do “Gringos em Udi” no #Partida. Bom programa!

sábado, 7 de setembro de 2013


sábado, 7 de setembro de 2013

Estrangeiros que moram em Uberlândia falam o porquê da escolha da cidade como lar

E o #Partida não pára nem no feriado! Que tal assistir à primeira parte do programa documental “Gringos em Udi”? Fique sabendo qual a visão dos estrangeiros sobre Uberlândia. Uma produção de: Adriano Cardoso; André Víctor Ferreira Moura; Augusto Ikeda, Fernando Melo, Larissa Rosa Netto, Ronian Silva Carvalho e Rodrigo Mendonça. Orientação: Profª Drª Mônica Rodrigues Nunes.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Nível de fluência em línguas estrangeiras varia de acordo com o país

Não domina a língua do país que você vai conhecer? Será que sua viagem será um fracasso? Ouça as dicas do #Partida e saiba se sua viagem tem salvação!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Dicas de viagens

Acerte na hora de se organizar para viajar!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Doces argentinos agradam o paladar brasileiro

Churrasco suculento, alfajor delicioso, doce de leite de dar água na boca... Será que a gastronomia argentina é tudo o que dizem ser? Descubra ouvindo o Partida!

terça-feira, 3 de setembro de 2013


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Custo de vida varia entre os estados norte-americanos

Prepare seus gastos na viagem aos EUA, ouvindo:

segunda-feira, 2 de setembro de 2013


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

França não exige visto para até 90 dias de estadia


É burocrático viajar pra França? Que documento levar? Aqui no #Partida você tem a dica!